Publicado 26/06/2025 09:54

O chefe do Pentágono elogia o pacto "histórico" da OTAN: "Todos os 32 países se comprometem a gastar 5%".

25 de junho de 2025, Holanda, Haia: O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth (C), aguarda o início de uma reunião plenária do Conselho do Atlântico Norte durante a Cúpula da Otan em Haia, Holanda. Foto: Kin Cheung/PA Wire/dpa
Kin Cheung/PA Wire/dpa

MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, qualificou de "histórico" o acordo selado na terça-feira na cúpula de líderes da OTAN para aumentar os gastos com defesa e chegar a 5% do PIB em uma década, uma "grande conquista" que atribuiu ao presidente Donald Trump e que compromete todos os Estados membros da Aliança Atlântica.

"Os 32 países da OTAN se comprometeram a gastar 5% do PIB em defesa", enfatizou em uma aparição na mídia para falar, em princípio, sobre os efeitos dos bombardeios lançados pelas forças norte-americanas sobre o Irã no último domingo.

O acordo de terça-feira, segundo Hegesth, é um acordo que levará os países europeus a assumirem sua parte de "responsabilidade" em termos de investimento militar, depois que Trump defendeu um aumento de gastos já em seu primeiro mandato e, em seu segundo mandato, que começou em fevereiro, ele "acelerou" seus pedidos. "O presidente Trump fez isso", enfatizou.

O chefe do Pentágono disse que, a portas fechadas, outros líderes políticos disseram à delegação dos EUA que, sem Trump na Casa Branca, esse tipo de compromisso "nunca teria acontecido", pois parecia "impossível" nos últimos anos.

Hegseth não especificou quais países teriam ficado particularmente gratos, nem fez alusão à reticência da Espanha, país que Trump ameaçou, na última coletiva de imprensa, fazer com que "pagasse" com medidas comerciais por sua discordância com a nova meta de gastos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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