Publicado 11/06/2026 07:54

O chefe do Pentágono afirma que os EUA deveriam ter "executado" os prisioneiros de Guantánamo envolvidos nos ataques de 11 de setemb

O chefe do Pentágono, Pete Hegseth.
Michael Brochstein/ZUMA Press Wi / DPA

MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que os Estados Unidos deveriam ter “executado” os prisioneiros detidos na base naval da Baía de Guantánamo, em solo cubano, que cometeram “crimes contra cidadãos americanos” em relação aos atentados de 11 de setembro de 2001.

Em uma coletiva de imprensa na cidade de Tampa, Flórida, para onde se deslocou após visitar os militares americanos destacados na base, o chefe do Pentágono enfatizou que os 15 prisioneiros que continuam detidos e não foram executados pelos atentados de 11 de setembro já deveriam estar mortos.

Dados do governo americano indicam que, no início de 2025, apenas dois desses 15 detidos haviam sido condenados por tribunais militares, enquanto os processos contra outros sete continuam em andamento.

A prisão de Guantánamo foi criada pelos Estados Unidos após os atentados e, em determinado momento, chegou a abrigar 800 prisioneiros. Os suspeitos de serem militantes islâmicos estão presos lá há anos, às vezes sem sequer terem sido julgados, o que gerou inúmeras críticas e denúncias de tortura por parte de organizações de defesa dos direitos humanos.

Embora tenham sido apresentadas no passado opções para fechar a prisão, localizada no sudeste de Cuba, vários governos se depararam com sérias dificuldades, incluindo a falta de opções para a transferência desses detidos para países terceiros.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado