Publicado 24/08/2025 22:44

Chefe do exército israelense pede a Netanyahu que "aceite agora" o acordo de cessar-fogo com o Hamas

JERUSALÉM, 13 de agosto de 2025 -- Esta foto divulgada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) em 13 de agosto de 2025 mostra o chefe militar de Israel, Eyal Zamir, participando de uma reunião de autoridades de segurança. Eyal Zamir aprovou na quarta-feira
Europa Press/Contacto/IDF

MADRID 25 ago. (EUROPA PRESS) -

O chefe do exército israelense, Eyal Zamir, juntou-se a parte da sociedade israelense neste domingo ao afirmar que "há um acordo sobre a mesa e ele deve ser aceito agora", instando assim o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, a dar luz verde a um pacto que permitiria a libertação de reféns e com o qual o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) já concordou.

Zamir fez essas declarações durante uma visita à base naval de Haifa, no norte do país, de onde ele também defendeu que as Forças de Defesa de Israel (IDF) cumpriram os objetivos da operação "Gideon Chariots 2" anunciada dias atrás para tomar a Cidade de Gaza, uma decisão que ele mesmo rejeitou dizendo que coloca em risco os 20 reféns que, segundo estimativas, permanecem vivos de um total de 50 no enclave.

Nesse sentido, ele garantiu que, como resultado dessa incursão, as tropas israelenses "criaram as condições para a libertação dos reféns". "Agora está nas mãos de Netanyahu", disse ele durante a visita, que foi noticiada pelo canal de televisão israelense Channel 13.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou na sexta-feira destruir toda a cidade de Gaza se o Hamas não aceitar as condições de seu governo para uma trégua, uma medida duramente criticada pelo grupo e por países da região, incluindo o Egito, que acusou Israel de frustrar as chances de se chegar a um acordo com o grupo palestino. Para a operação, batizada de "Gideon's Chariots II", o exército israelense planeja enviar cerca de 60.000 reservistas para a cidade.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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