Publicado 07/04/2026 12:47

O chefe do Exército de Israel aponta para uma "encruzilhada estratégica" no Irã à medida que a ofensiva avança

Archivo - Arquivo - O chefe do Exército de Israel, Eyal Zamir, em uma foto de arquivo.
Europa Press/Contacto/IDF - Arquivo

MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -

O chefe das Forças Armadas de Israel, Eyal Zamir, afirmou nesta terça-feira que as forças israelenses estão prestes a chegar a uma “encruzilhada estratégica” à medida que avança a ofensiva lançada no final de fevereiro, em conjunto com os Estados Unidos, contra o Irã, onde já foram registrados, até o momento, mais de 2.000 mortos.

Zamir indicou, assim, que este momento crucial da “campanha conjunta contra o Irã se aproxima de uma encruzilhada”. “Até agora, alcançamos avanços significativos, inclusive em relação aos objetivos que estabelecemos ao iniciar a operação. Continuaremos agindo com determinação e intensificando os golpes contra o regime”, afirmou, segundo informações do Exército israelense.

Assim, ele confirmou que as operações também continuam em zonas da Síria, da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, para “evitar ataques diretos” contra as comunidades israelenses, conforme aponta o texto, divulgado nas redes sociais.

Em relação à ofensiva no Líbano contra o partido-milícia xiita Hezbollah, ele esclareceu que Israel “continua estabelecendo uma zona defensiva avançada para impedir o fogo direto contra as comunidades” israelenses. Ao mesmo tempo, afirmou, “agimos contra o lançamento de foguetes”, acrescentou.

Até o momento, as autoridades iranianas estimam em 2.076 o número de mortos pela ofensiva, dos quais 216 são menores de idade. Por sua vez, o Crescente Vermelho Iraniano informou que os bombardeios destruíram ou danificaram mais de 100.000 edifícios civis, quase 40.000 deles em Teerã, a capital. Além disso, cerca de 600 escolas e quase 300 centros de saúde foram atingidos nas quatro semanas de bombardeios.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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