Publicado 19/05/2026 14:25

O chefe do CENTCOM afirma que a escola para meninas atacada em fevereiro ficava em uma base iraniana

14 de maio de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O almirante Charles B. Cooper II, da Marinha dos Estados Unidos e comandante do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), presta depoimento durante a audiência da Comissão de Serviços Armados
Europa Press/Contacto/Andrew Thomas

MADRID 19 maio (EUROPA PRESS) -

O chefe do Comando Central do Exército dos Estados Unidos (CENTCOM), o almirante Brad Cooper, afirmou nesta terça-feira que a investigação sobre o ataque que matou mais de 150 meninas em uma escola iraniana em Minab, em 28 de fevereiro, é “complexa” devido ao fato de o prédio estar localizado em uma base iraniana.

“É uma investigação complexa. A escola em si está localizada em uma base ativa de mísseis de cruzeiro da Guarda Revolucionária Islâmica. É mais complexa do que um ataque comum”, explicou ele em uma tensa troca de palavras com o deputado democrata Adam Smith durante uma audiência da Comissão de Serviços Armados da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

Nesse sentido, ele respondeu durante a troca de palavras que “os Estados Unidos não atacam deliberadamente civis”. “O povo iraniano também não é nosso inimigo. Neste caso, a Guarda Revolucionária Islâmica é o adversário”, precisou Cooper.

Smith havia indicado pouco antes, durante a audiência, que em incidentes anteriores, o Exército dos Estados Unidos agiu rapidamente para reconhecer seus erros, mesmo enquanto havia investigações em andamento. “Está bastante claro o que aconteceu lá”, disse o deputado, lamentando que já tenham se passado 80 dias desde o ataque e que o Pentágono não tenha assumido sua responsabilidade.

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, já havia solicitado em março aos Estados Unidos que concluíssem a investigação sobre o ataque que resultou na morte de 155 meninas no âmbito da ofensiva desencadeada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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