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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICR), Jagan Chapagain, reiterou nesta segunda-feira a denúncia de que ambulâncias e equipes médicas estão sendo alvo de ataques no Irã, palco de uma ofensiva de mais de cinco semanas por parte dos Estados Unidos e de Israel.
Em uma mensagem nas redes sociais, Jagan informou que outra ambulância do Crescente Vermelho Iraniano foi atingida por um ataque enquanto atendia a uma emergência no dia 5 de abril. “Felizmente, ninguém ficou ferido, mas o veículo ficou completamente destruído”, explicou.
Nesse sentido, o secretário-geral da FICR indicou que, desde o início da guerra, “várias ambulâncias da Meia Lua Vermelha foram danificadas e quatro voluntários perderam a vida enquanto salvavam outras pessoas”.
Diante disso, ele classificou como “inaceitável” qualquer ataque contra profissionais de saúde, ambulâncias ou instalações médicas. “O emblema da Meia Lua Vermelha é um símbolo internacionalmente reconhecido e protegido de assistência humanitária neutra, imparcial e independente”, enfatizou, por isso voltou a pedir às partes em conflito que protejam o pessoal e as instalações humanitárias.
“Voltamos a fazê-lo. As instalações humanitárias devem ser protegidas”, insistiu ele em relação ao pedido, em meio à escalada do conflito no Irã.
O Crescente Vermelho Iraniano anunciou neste sábado a morte de um jovem de 20 anos enquanto realizava tarefas humanitárias, elevando para quatro o número de vítimas fatais entre seus voluntários no contexto dos bombardeios dos Estados Unidos e de Israel.
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