Kike Rincón - Europa Press - Arquivo
MADRID 3 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, estimou nesta segunda-feira que ainda há entre 3.000 e 5.000 migrantes na cidade autônoma, quatro dias após a entrada em massa vinda de Marrocos, indicando que a localidade ainda não voltou à “normalidade”.
Em declarações à 'Telecinco', divulgadas pela Europa Press, Vivas destacou que a “integridade territorial” da Espanha foi “violada” em Ceuta “por meio de uma avalanche de 80.000 pessoas”, o que equivale praticamente à população da cidade. “Essa angústia, esse temor e essa sensação de impotência e medo que a população de Ceuta vivenciou continuam marcando nosso estado de espírito”, acrescentou.
O presidente da cidade autônoma ressaltou que a situação não é mais a mesma de quinta e sexta-feira, mas precisou que “é preciso tomar medidas em vários aspectos” para que “isso não se repita”.
Vivas afirmou que, dias antes da entrada em massa vinda de Marrocos, seu governo já tinha uma “preocupação manifesta”, pois estavam ocorrendo “movimentos” que indicavam a necessidade de tomar medidas excepcionais sob um “comando único”, ao “abrigo da Lei de Segurança Nacional”, já que chegaram a entrar entre 1.800 e 2.000 pessoas a nado.
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