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MADRID, 21 abr. (EUROPA PRESS) -
O número de palestinos mortos na ofensiva militar desencadeada por Israel contra a Faixa de Gaza após os ataques de 7 de outubro de 2023 subiu para cerca de 51.250, além dos aproximadamente 117.000 feridos, de acordo com as autoridades do enclave, controlado pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
O Ministério da Saúde de Gaza disse em um comunicado em sua conta no Telegram que "o número de vítimas da agressão israelense subiu para 51.240 mártires e 116.931 feridos desde 7 de outubro de 2023", um número que inclui 39 mortos e 62 feridos nas últimas 24 horas.
Também enfatizou que desde 18 de março, quando Israel rompeu o cessar-fogo acordado em janeiro e retomou a ofensiva contra o enclave, 1.864 pessoas foram confirmadas como mortas e 4.890 feridas, embora o Ministério da Saúde de Gaza tenha enfatizado que "ainda há vítimas sob os escombros e deitadas nas ruas", portanto o número de vítimas seria maior.
Por sua vez, o exército israelense anunciou na segunda-feira a morte de "um terrorista" da Jihad Islâmica identificado como Ahmed Mansur, que disse ter "participado do massacre de 7 de outubro (2023)", que resultou em quase 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo as autoridades israelenses.
Especificou ainda que "nas últimas 72 horas, a força aérea atingiu mais de 200 alvos terroristas na Faixa de Gaza, incluindo células terroristas, posições de lançamento e de franco-atiradores, esconderijos de armas e edifícios usados por terroristas para atividades terroristas".
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