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MADRID 12 ago. (EUROPA PRESS) -
Um grupo de 27 países, incluindo a Espanha, e a União Europeia como bloco, advertiram que o nível de sofrimento atingiu "níveis inimagináveis" na Faixa de Gaza e, portanto, pediram medidas "urgentes" para conter e reverter a grave insegurança alimentar da população.
"O espaço humanitário deve ser protegido e a ajuda não deve ser politizada", diz um texto emitido na terça-feira e assinado pelos governos do Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Japão, Holanda, Portugal, Suíça e Reino Unido, entre outros.
Os países pediram ao governo de Benjamin Netanyahu que autorizasse o trabalho de ajuda de organizações e agências internacionais, em um momento em que eles veem a necessidade de medidas "imediatas, permanentes e concretas" para garantir o trabalho humanitário no local, por exemplo, por meio do fluxo suave de ajuda para a Faixa de Gaza.
As autoridades israelenses estão agora no controle dessa entrega de ajuda, em pontos específicos que também são motivo de preocupação para a comunidade internacional. O grupo de países que endossou o comunicado alertou contra o uso de "força letal" nessas áreas, insistindo que ela deve ser limitada para garantir a proteção de civis e trabalhadores humanitários.
Por outro lado, eles temem que os obstáculos burocráticos impostos por Israel ao trabalho das ONGs forcem muitas delas a deixar os territórios palestinos, o que "pioraria ainda mais a situação humanitária" tanto na Faixa de Gaza quanto na Cisjordânia.
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