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MADRID 5 out. (EUROPA PRESS) -
Cerca de 250 mil pessoas, segundo os organizadores, saíram às ruas de Amsterdã na tarde deste domingo para protestar contra a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza e exigir novas medidas de pressão do governo holandês.
A marcha começou na Museum Square e percorreu a cidade, terminando na mesma praça. A polícia não informou o número de participantes, mas descreveu a estimativa como "totalmente plausível".
Durante a marcha, houve música, dança e aplausos entre as muitas bandeiras e faixas palestinas com slogans como "Fim da ocupação". Eles também entoaram slogans como "O povo unido jamais será derrotado" e "Nós somos a linha vermelha".
Políticos do Party for the Animals, Pensar e do Partido Socialista da Holanda participaram da marcha.
O primeiro-ministro interino, Dick Schoof, reconheceu a extensão da mobilização e a "impotência" dos presentes diante da "terrível situação humanitária" e da "guerra". Ele pediu a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza e a libertação dos reféns israelenses mantidos pelas milícias de Gaza.
"A guerra em Gaza deve parar e deve haver uma paz sustentável e justa no Oriente Médio. É isso que o governo quer, assim como todas as pessoas que saíram às ruas de Amsterdã. Continuaremos a trabalhar para esse fim", disse ele, de acordo com o portal de notícias Nltimes.
Dois ativistas da Extinction Rebelion foram presos mais tarde depois de marcarem slogans "Boicote ao genocídio" em restaurantes de cadeias de fast food, como McDonald's, Starbucks e Burger King, no centro da capital holandesa.
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