Europa Press/Contacto/Marwan Naamani
MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -
Cerca de 2.200 pessoas morreram e mais de 7.100 ficaram feridas no Líbano devido aos ataques realizados pelo Exército israelense contra o país desde o início de março, quando foram reativados os confrontos com o partido-milícia xiita Hezbollah após a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.
O Ministério da Saúde libanês estimou em 2.196 o número de mortos e em 7.185 o de feridos por esses bombardeios, em um novo balanço divulgado nesta quinta-feira que inclui 29 mortos e 124 feridos nas últimas 24 horas. Os dados globais incluem também menores de idade, sendo 172 as vítimas fatais e 661 os feridos desde 2 de março.
Israel, que ordenou há uma semana o início de negociações diretas com o Líbano, continuou atacando o país vizinho, defendendo que a trégua alcançada entre os Estados Unidos e o Irã não inclui este país e alegando que age contra o Hezbollah, um argumento com o qual justificou seus bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo acordado em novembro de 2024.
Delegações dos dois países se reuniram nesta terça-feira em Washington, em um encontro promovido pelo governo americano que não pôs fim aos combates, embora o chefe da Casa Branca, Donald Trump, tenha afirmado nesta quarta-feira que “os dois líderes” do Líbano e de Israel conversarão durante o dia de quinta-feira. “Faz muito tempo que os dois líderes não conversam, cerca de 34 anos. Será amanhã”, assinalou ele em uma breve mensagem nas redes sociais.
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