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MADRID 22 mar. (EUROPA PRESS) -
Os ataques do Exército israelense contra o Líbano já causaram 1.024 mortos e 2.740 feridos desde 2 de março, data em que Israel lançou uma ofensiva contra o país após o lançamento de foguetes pelo partido-milícia xiita libanês Hezbollah contra território israelense, em retaliação à morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
O Ministério da Saúde libanês divulgou esses números em seu último balanço deste sábado, que reflete que 118 menores de idade e 79 mulheres morreram em consequência dos ataques israelenses. Entre os feridos, estão 370 crianças e 419 mulheres.
Além disso, as autoridades de saúde registraram a morte de 40 profissionais de saúde em ataques israelenses, que também causaram 119 feridos.
Da mesma forma, o número de deslocados no Líbano já ultrapassa um milhão de pessoas em 20 dias, segundo Beirute, enquanto outras 125 mil, metade delas menores de idade, fugiram para a Síria diante da escalada do conflito, conforme indicado esta semana pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).
Apesar da atual escalada, o Exército israelense já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o país vizinho, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024.
Israel tem argumentado durante todo esse tempo que age contra o Hezbollah e assegurado que, por isso, não viola o acordo, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos em relação a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.
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