Publicado 21/03/2026 20:41

Cerca de 1.025 mortos e mais de 2.700 feridos em ataques israelenses contra o Líbano desde 2 de março

18 de março de 2026, Beirute, Líbano: Um homem caminha entre os escombros após um ataque israelense realizado de madrugada ter destruído um prédio residencial no centro de Beirute, no Líbano, em 18 de março de 2026. Pelo menos 12 pessoas morreram e 41 fic
Europa Press/Contacto/Daniel Carde

MADRID 22 mar. (EUROPA PRESS) -

Os ataques do Exército israelense contra o Líbano já causaram 1.024 mortos e 2.740 feridos desde 2 de março, data em que Israel lançou uma ofensiva contra o país após o lançamento de foguetes pelo partido-milícia xiita libanês Hezbollah contra território israelense, em retaliação à morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

O Ministério da Saúde libanês divulgou esses números em seu último balanço deste sábado, que reflete que 118 menores de idade e 79 mulheres morreram em consequência dos ataques israelenses. Entre os feridos, estão 370 crianças e 419 mulheres.

Além disso, as autoridades de saúde registraram a morte de 40 profissionais de saúde em ataques israelenses, que também causaram 119 feridos.

Da mesma forma, o número de deslocados no Líbano já ultrapassa um milhão de pessoas em 20 dias, segundo Beirute, enquanto outras 125 mil, metade delas menores de idade, fugiram para a Síria diante da escalada do conflito, conforme indicado esta semana pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Apesar da atual escalada, o Exército israelense já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o país vizinho, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024.

Israel tem argumentado durante todo esse tempo que age contra o Hezbollah e assegurado que, por isso, não viola o acordo, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos em relação a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado