Europa Press/Contacto/Zoraida Diaz
MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -
O candidato do partido governista na Colômbia, Iván Cepeda, continua na liderança das pesquisas após o encerramento da campanha e a uma semana das eleições presidenciais, que já tiveram início no exterior, onde 1,4 milhão de colombianos estão habilitados a exercer seu direito de voto.
A votação no exterior se estenderá por toda a semana em alguns centros consulares. As autoridades colombianas instalaram 253 seções eleitorais em 67 países, sendo a primeira a abrir suas portas a da cidade de Auckland, na Nova Zelândia.
“Cada voto emitido fora de nossas fronteiras é uma voz que atravessa oceanos para dizer: ‘continuo fazendo parte do meu país, estamos longe, mas não ausentes’”, afirmou a ministra das Relações Exteriores, Rosa Villavicencio, ao inaugurar a jornada de votação na qual será escolhido o sucessor do presidente Gustavo Petro.
O candidato com melhor posição para avançar para o segundo turno, marcado para 21 de junho, é o candidato do Pacto Histórico, Iván Cepeda, que, desde que sua participação nessas eleições foi confirmada, liderou em todos os momentos as pesquisas de intenção de voto, chegando até mesmo a ser apontado pelas pesquisas mais otimistas como vencedor no primeiro turno.
Ao herdeiro político de Petro, que optou por evitar se envolver em debates com outros candidatos durante a campanha, a pesquisa da Invamer atribui 44,6% dos votos, enquanto as demais pesquisas o colocam em porcentagens que variam de 33% a 38% dos votos.
O segundo colocado na disputa é Abelardo de la Espriella, o candidato da extrema direita que se apresenta como o “outsider” de uma disputa eleitoral na qual a melhor das projeções, a da Atlas Intel, o coloca muito próximo de Cepeda, com 37,3%.
A outra candidata da direita é Paloma Valencia, a protegida do ex-presidente Álvaro Uribe, que não hesitou em se envolver de cabeça na campanha, atacando Cepeda e Petro. A candidata do Centro Democrático, na melhor das hipóteses, alcança 14% do apoio do eleitorado.
Muito atrás aparecem outros candidatos, como Sergio Fajardo, que concorre à Presidência pela terceira vez, com números que mal ultrapassam 3% de apoio, e a ex-prefeita de Bogotá, Claudia López, com apenas 2%.
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