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MADRID 2 jul. (EUROPA PRESS) -
Centenas de pessoas se reuniram nesta quinta-feira na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, para exigir das autoridades israelenses uma investigação sobre as falhas de segurança que permitiram os ataques do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) em 7 de outubro de 2023, ao completar mil dias do evento que deixou cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial.
Os manifestantes exigem a criação de uma comissão estatal para investigar os erros das forças de segurança e dos serviços de inteligência do país, que não impediram os ataques das milícias palestinas contra seu território.
Entre as pessoas que saíram às ruas estão Rom Braslavski, refém da Jihad Islâmica até outubro de 2025, familiares de outros sequestrados e representantes políticos, como o prefeito da cidade, Ron Huldai, e o líder do Partido Democrata, Yair Golan, conforme informa o jornal “The Times of Israel”.
As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Hamas, denunciaram nesta quinta-feira, em um novo balanço, que a ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro deixou 73.074 mortos e 173.537 feridos.
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