Europa Press/Contacto/NICOLAS MAETERLINCK
MADRID 15 jun. (EUROPA PRESS) -
Centenas de milhares de pessoas se manifestaram neste domingo em Bruxelas, na Bélgica, e em Haia, na Holanda, para protestar contra a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza e exigir medidas concretas de seus respectivos governos para pressionar Israel.
Cerca de 150 mil pessoas, de acordo com os organizadores, reuniram-se em Haia vestidas de vermelho para formar uma "linha vermelha" ultrapassada pelas forças armadas israelenses e descambar para o genocídio contra a população palestina.
Esse número faz dessa manifestação a maior registrada na Holanda nos últimos 20 anos. A imprensa estima que mais de 100.000 pessoas compareceram.
Elas exigiram que o governo holandês interrompesse todo o apoio militar e diplomático a Israel. "Não continuaremos a aceitar o olhar para o outro lado, os jogos de palavras diplomáticos e a cumplicidade com os crimes mais horríveis", denunciaram as organizações organizadoras.
A manifestação começou na principal estação de trem e seguiu para o Palácio da Paz, a sede da Corte Internacional de Justiça, o mais alto órgão judicial da ONU, onde Israel foi denunciado.
Enquanto isso, na capital belga, mais de 110.000 pessoas apoiaram a convocação de mais de 150 organizações da sociedade civil, de ONGs a organizações de jovens e centros culturais, para exigir medidas do governo belga.
Durante a marcha, eles denunciaram os "crimes de guerra" israelenses e exigiram a prestação de contas e a permissão de entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
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