PRESIDENCIA DE ECUADOR - Arquivo
MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
Centenas de pessoas saíram às ruas no Equador na quarta-feira para protestar contra o projeto de lei promovido pelo presidente do país, Daniel Noboa, que busca fortalecer a economia, mas que, segundo os críticos, poderia levar a uma redução dos direitos dos cidadãos.
Os manifestantes pediram aos deputados que se opusessem ao projeto de lei para garantir que ele não fosse aprovado, enquanto os membros do partido Revolução Cidadã chamaram a medida de "roubo" para o país latino-americano.
O projeto de lei permitiria que o governo assumisse os fundos da seguridade social por meio da venda de créditos. "Isso é um roubo disfarçado de lei. Eles querem privatizar o Instituto Equatoriano de Seguridade Social (IESS), entregando a carteira de empréstimos hipotecários, não garantidos e penhorados a bancos privados", disse a deputada da oposição Lilian Durán.
"Com isso, os afiliados e aposentados arriscam seus benefícios, suas pensões e suas economias. A Previdência Social deve servir ao povo e não aos banqueiros", disse ela, enquanto acusava o governo de "censurar" as vozes que se opõem ao projeto. "O IESS não está à venda", exigiu, ao mesmo tempo em que expressou seu apoio aos manifestantes.
Muitos dos presentes pediram a Noboa que deixasse o cargo e denunciaram que esse tipo de medida "põe em risco não apenas os direitos daqueles que já estão aposentados, mas também os das gerações futuras".
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