Publicado 01/09/2026 09:01

O Catar pede uma solução para reabrir o Estreito de Ormuz: “Deixar a crise sem solução levará a uma escalada”

Archivo - Arquivo - KHASAB, 20 de junho de 2026  -- Esta foto tirada em 20 de junho de 2026 mostra o Estreito de Ormuz perto de Khasab, uma pequena cidade no norte de Omã. Imagem: 1111433599, Licença: Direitos gerenciados, Restrições: , Autorização do mod
Wen Xinnian / Xinhua News / Europa Press / Contact

MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Catar destacaram a importância de resolver a crise no estratégico estreito de Ormuz e retomar a navegação por esse ponto, alertando que poderá ocorrer uma nova escalada militar caso essa disputa entre os Estados Unidos e o Irã não seja resolvida, enquanto, por sua vez, Teerã trabalha bilateralmente com Omã em um plano para a gestão do estreito.

“Deixar a crise do Estreito de Ormuz sem solução levará a uma escalada e prejudicará a todos. Estamos trabalhando com nossos parceiros para alcançar uma solução pacífica e reabrir o estreito”, afirmou em coletiva de imprensa o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Mayid al Ansari, em declarações divulgadas pela emissora Al Jazeera.

Ao mesmo tempo, Al Ansari denunciou que há atores, como Israel, que se aproveitam da crise regional para lançar novos ataques e “impor uma nova realidade nos territórios palestinos, libaneses e sírios”, em referência às suas campanhas militares nas três frentes.

Essas declarações surgem em um momento de “impasse” na guerra e quando o presidente iraniano, Masud Pezeshkian, pediu o retorno ao memorando de entendimento, mediado pelo Paquistão e pelo Catar, afirmando que Teerã “adotará imediatamente medidas recíprocas” caso os Estados Unidos “retornem aos seus compromissos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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