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MADRID 13 ago. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público do Peru arquivou na terça-feira o processo de estupro contra José Jerí, eleito presidente do Congresso em meados de julho e denunciado em janeiro deste ano por uma mulher.
A decisão veio da Promotoria Suprema da Família, que se recusou a continuar uma investigação contra Jerí, descartando sua responsabilidade no cometimento de um crime contra a liberdade sexual, embora o órgão tenha confirmado em sua declaração por escrito que a mulher denunciante foi de fato vítima de estupro.
"A investigação preparatória contra José Enrique Jerí Oré pelo suposto cometimento do crime contra a liberdade sexual, na modalidade de estupro de uma pessoa em estado de inconsciência ou na impossibilidade de resistir", diz o documento publicado pelo 'La República'.
De acordo com esse jornal, o caso remonta ao início de 2025, quando uma mulher alegou ter sido vítima de estupro em uma reunião realizada dias antes, no final de 2024, em uma cidade no nordeste de Lima, na qual Jerí supostamente estava presente.
O deputado da Somos Peru, que negou as alegações desde que elas vieram à tona, foi eleito presidente do Congresso peruano em julho, apesar do fato de que a investigação do Ministério Público ainda estava aberta.
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