Andrew Leyden/ZUMA Press Wire/dp / DPA - Arquivo
MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
A Casa Branca afirmou nesta quarta-feira que a apreensão, pela Guarda Revolucionária do Irã, de dois navios internacionais nas águas do Estreito de Ormuz não representa uma violação da trégua decretada, pois não se tratava de embarcações americanas nem israelenses, embora tenha qualificado esse ato como pirataria.
“Não se tratava de navios americanos nem de navios israelenses. Tratava-se de dois navios internacionais”, afirmou em entrevista à rede Fox News, na qual reiterou que Teerã “passou de ter a marinha mais letal do Oriente Médio a se comportar como um bando de piratas”.
A Marinha da Guarda Revolucionária havia indicado que os navios são o “MSC-Francesca”, com bandeira do Panamá, e o “Epaminodes” — com bandeira da Libéria — antes de ressaltar que “colocaram em risco a segurança marítima ao navegar sem as autorizações necessárias e manipular seus sistemas de navegação”.
Com relação à mensagem publicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a revogação das execuções de oito mulheres iranianas, Leavitt precisou que elas “merecem a oportunidade de continuar vivendo suas vidas em liberdade”. “Agora isso acontecerá graças ao presidente Trump, que é uma pessoa humanitária de coração”, disse ele.
“No que diz respeito às negociações formais, as questões humanitárias são de extrema importância para este presidente. No entanto, quanto às negociações em andamento, ele deixou muito claras suas linhas vermelhas: o Irã jamais poderá obter uma bomba nuclear para ameaçar os Estados Unidos e nossos aliados, e deverá entregar o urânio enriquecido que possui”, reiterou.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático