A. Pérez Meca - Europa Press
MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -
O primeiro vice-presidente e ministro da Economia, Carlos Cuerpo, declara-se de esquerda, mas não esclarece se se filiará ao PSOE. Ele questiona o que significa ter um perfil político, já que se diz que ele tem um perfil mais técnico. A esse respeito, ele ressalta que tem sua maneira de fazer as coisas e afirma se identificar muito com as medidas social-democratas aprovadas pelo Governo.
Foi o que ele declarou durante uma entrevista à Cadena Ser, divulgada pela Europa Press, na qual lhe perguntaram se tem intenção de se filiar ao PSOE, já que ainda não o fez. O primeiro vice-presidente não esclareceu essa questão e limitou-se a precisar que está “muito confortável com as políticas que este Governo está implementando”.
“Nesse sentido, estou totalmente identificado com essa posição social-democrata, com a qual também encaro minhas tarefas à frente do Ministério. Portanto, daí também meu compromisso de seguir em frente e aceitar o desafio de assumir a vice-presidência”, afirmou, sem revelar se tem intenção de se filiar, mas ressaltando que “é claro” que é de esquerda.
Quanto ao que se diz sobre ele ter um perfil mais técnico do que político, Carlos Cuerpo afirmou que perguntaria de volta “o que significa ter um perfil político”, já que considera que tem sua maneira de fazer as coisas “a partir do aspecto técnico e com rigor”. No entanto, acrescentou que também tem a sua maneira de “enfrentar as negociações ou o contato com outros grupos parlamentares, grupos políticos”, com diálogo e “estendendo a mão”.
Sobre se ficou surpreso com a ligação de Pedro Sánchez, Carlos Cuerpo explicou que, quando uma pessoa é apontada na mídia como um possível candidato, o que geralmente se pensa é que “diminuem as chances de que isso aconteça de fato”. Portanto, ele precisou que ficou “muito contente” quando o presidente ligou e lhe disse isso.
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