SANTANDER 21 abr. (EUROPA PRESS) -
O Governo da Cantábria já tem pronto o plano anticrise devido à guerra no Irã e mantém a previsão de apresentá-lo esta semana, conforme indicou o secretário de Indústria e Emprego, Eduardo Arasti, nesta terça-feira, em resposta a perguntas dos jornalistas, aos quais se recusou a antecipar qualquer medida.
“Já está pronto, mas está previsto que seja apresentado esta semana, se tudo correr conforme o planejado”, assinalou o responsável também pela Inovação e Comércio, que precisou que a ideia é divulgar o documento em uma coletiva de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Governo, que costuma ser realizada às quintas-feiras.
Na semana passada, a presidente da Cantábria, María José Sáenz de Buruaga, adiantou que seu Executivo estava trabalhando em um primeiro pacote de medidas para amenizar as consequências do conflito bélico no Oriente Médio, que seria aprovado “muito em breve” e que permitirá mobilizar pelo menos 40 milhões de euros, no âmbito do orçamento para 2026.
Ele servirá de apoio a empresas e autônomos e a setores como o comércio, dependentes da pasta de Arasti, mas também a outras áreas e atividades relacionadas a “todas” as secretarias do Governo.
Nesse sentido, o secretário de Indústria indicou que houve uma primeira reunião geral, seguida de encontros específicos com representantes dos diferentes departamentos e setores envolvidos, o que permite ao Executivo ter uma “visão muito clara” das necessidades em cada área.
O secretário respondeu assim em uma coletiva de imprensa ao lado do presidente da Iberaval, César Pontviannne, para informar os resultados do primeiro trimestre dessa sociedade de garantia recíproca, que será uma parte “destacada” do plano anticrise com financiamento para empresas que precisarem, conforme confirmou seu representante.
“Nós colaboramos sempre com os governos regionais neste tipo de atividades, já o fizemos no passado”, destacou, citando como exemplo a invasão russa da Ucrânia. “Sempre participamos e sempre estaremos presentes para apoiar o setor produtivo”, concluiu o presidente da Iberaval.
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