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Atribui as “carências econômicas” da ilha a 60 anos de “sanções draconianas” de Washington MADRID 11 jan. (EUROPA PRESS) -
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, respondeu às últimas ameaças de Donald Trump, afirmando que “aqueles que transformam tudo em negócio, inclusive vidas humanas, não têm moral para apontar o dedo a Cuba em nada”.
Neste domingo, o presidente dos EUA exortou as autoridades cubanas a “chegarem a um acordo”, depois de destacar que, após a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no fim de semana passado, os envios de petróleo e dinheiro de Caracas “acabaram”.
Canel, em resposta, denunciou que “aqueles que culpam a Revolução pelas graves carências econômicas que sofremos deveriam calar-se por vergonha”, porque “elas são fruto das medidas draconianas de asfixia extrema que os EUA nos aplicam há seis décadas e ameaçam agora superar”.
O presidente cubano terminou proclamando que “Cuba é uma nação livre, independente e soberana” e que “não agride, é agredida pelos EUA há 66 anos, e não ameaça, se prepara, disposta a defender a pátria até a última gota de sangue”.
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