Publicado 03/05/2026 09:51

A candidata da direita colombiana promete não dialogar e perseguir "como ratos" os grupos armados

16 de abril de 2026, Ipiales, Nariño, Colômbia: A candidata presidencial de direita Paloma Valencia, do partido Centro Democrático, participa de um comício no qual o ex-presidente e a candidata presidencial estiveram presentes com seus apoiadores como par
Europa Press/Contacto/Camilo Erasso

MADRID 3 maio (EUROPA PRESS) -

A candidata do Centro Democrático —direita— à Presidência da Colômbia, Paloma Valencia, prometeu que, se vencer as eleições, não dialogará com nenhum dos grupos armados ativos no país, muitos deles desmembrados da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), e que, em vez disso, os perseguirá “como ratos”.

Valencia denunciou, em Pereira (Cauca), a violência que assola esse departamento e as consequências para a população da chamada “paz total” do presidente Gustavo Petro.

“Vocês sabem que sou de Cauca e me dói ver meu sudoeste mergulhado no sofrimento. Hoje se vê que o departamento enfrenta o maior confinamento”, afirmou durante um ato político de campanha com vistas às eleições de 31 de maio.

“Não nos digam que é uma violência estruturada. Estamos em níveis históricos de produção de cocaína, homicídios, atos terroristas e massacres nos últimos 15 anos, e quero dizer que a paz total é a responsável pelo que vivemos hoje”, destacou em declarações divulgadas pela emissora Caracol Radio.

Por isso, ele ressaltou que não dialogará com os grupos armados organizados, mas reativará os mandados de prisão contra eles. “Comigo não haverá diálogos com o ELN (Exército de Libertação Nacional), nem com as FARC, nem com o autodenominado exército gaitanista (paramilitares). Vamos reativar os mandados de prisão para persegui-los como ratos e colocá-los na prisão”, sublinhou.

Por outro lado, “o governo de Petro pretende modificar a Constituição depois de destruir a saúde e a segurança”. “Os problemas se resolvem governando bem e não escrevendo uma nova Carta Magna”, argumentou.

Da mesma forma, prometeu tomar medidas para tentar negociar reduções no preço dos pedágios em todo o país e isentar certos usuários. “Sei que o Eixo Cafeteiro tem os pedágios mais caros da Colômbia. A ideia é revisar seus valores e, de comum acordo, reduzir os preços e isentar do pagamento as comunidades da zona, tanto nesta região quanto no resto do país”, propôs.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado