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MADRID, 9 abr. (EUROPA PRESS) -
A Câmara dos Deputados do México aprovou, após mais de 16 horas de debate, o chamado “plano B” da reforma política e eleitoral apresentado pela presidente Claudia Sheinbaum, em uma sessão bastante tensa, na qual a maioria dos mais de cem oradores utilizou seu tempo de uso da palavra para trocar acusações entre si.
A proposta — que prevê a redução de cadeiras nas câmaras estaduais, locais e no Senado, bem como ajustes salariais para funcionários eleitorais — contou com o apoio de 343 deputados das fileiras do governo e de seus parceiros de coalizão, contra 124 votos contrários e uma abstenção, informa a imprensa mexicana.
A reforma política de Sheinbaum, um de seus planos principais para este mandato, chegou à Câmara dos Deputados com apenas três temas relacionados a medidas de austeridade, após ter que ser modificada por falta de acordos. Uma vez no Senado, foi aprovada, embora sem a modificação do artigo 35 da Constituição.
Sheinbaum pretendia fazer coincidir a revogação do mandato com as eleições locais de 2027, mantendo-o assim para o ano seguinte. No entanto, deparou-se não apenas com a previsível rejeição da oposição, mas também com a surpreendente rejeição de seu menor parceiro de coalizão, o Partido do Trabalho (PT).
O objetivo da reforma era reduzir os gastos com o sistema eleitoral e com o financiamento dos partidos, além de reconfigurar a representação proporcional no Congresso. Após essa nova aprovação, a proposta seguirá para as câmaras locais para debate.
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