Publicado 27/04/2026 05:21

Bustinduy critica o fato de o PP ter se submetido à vontade do Vox ao ceder em seus acordos regionais com o partido

Archivo - Arquivo - O ministro dos Direitos Sociais, do Consumo e da Agenda 2030, Pablo Bustinduy, durante uma sessão plenária no Congresso dos Deputados, em 26 de fevereiro de 2026, em Madri (Espanha). O plenário do Congresso vota hoje a revogação ou a r
Jesús Hellín - Europa Press - Arquivo

MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -

O ministro dos Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030, Pablo Bustinduy, criticou o PP por ter “cedido” ao aceitar acordos com o Vox na Aragão e na Extremadura, e colocou em dúvida se o líder do partido, Alberto Núñez Feijóo, possui visão política.

Questionado em uma entrevista na TVE, divulgada pela Europa Press, sobre a “prioridade nacional” acordada entre o PP e o Vox em seus acordos de investidura na Extremadura e em Aragão, segundo a qual garantem que as ajudas serão concedidas prioritariamente às pessoas mais arraigadas na região, o ministro de Sumar mostrou-se preocupado porque a visão política do PP “não se vê em lugar algum”

Nesse sentido, acrescentou que não é a primeira vez, “nem será a última”, que os “populares” “passam por baixo do pebolim” para “submeter-se ao discurso e à estratégia da extrema direita”.

“A posição política geral de Feijóo é de não estar nem com uns nem com outros”, afirmou o titular de Direitos Sociais em relação ao que considera uma falta de limites de um PP no qual “são incapazes de defender o que supostamente são seus valores”.

Dito isso, quando questionado, nesta ocasião, sobre a regularização de imigrantes e a oposição dos partidários de Feijóo, ele retrucou que o PP é “uma cata-vento que acaba sempre do lado da extrema direita”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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