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MADRID 9 jun. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Bulgária, Dimitar Stoyanov, anunciou nesta terça-feira que seu país deixará de fornecer armas à Ucrânia e afirmou que já “tem o suficiente” e que a guerra “não será resolvida no campo de batalha”.
Stoyanov defendeu uma saída negociada para a guerra. “É hora de sentar para negociar”, disse ele em uma coletiva de imprensa na qual explicou que, da forma como o conflito se encontra atualmente nas diferentes frentes, “por mais armamento que se acumule, o único resultado será a perda de vidas humanas”.
“É hora de buscar uma paz justa, uma paz justa que deve ser determinada pelas duas partes envolvidas no conflito”, afirmou, segundo informa o The Sofia Globe. “É claro que o papel da União Europeia é extremamente importante”, disse ele, embora tenha colocado em dúvida seu papel como mediador.
“A União Europeia também ajudou a Ucrânia em seus esforços nesta guerra”, observou o ministro da Defesa búlgaro, que faz parte de um governo liderado pelo primeiro-ministro, Rumen Radev, que, como presidente da Bulgária, já se mostrou contra o fornecimento de armas à Ucrânia e apostou na diplomacia.
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