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MADRID 22 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou o envio de 1.500 soldados do exército e outros 500 policiais salvadorenhos para San Bartolo, localizado no distrito de Ilopando, no leste da capital do país, San Salvador, em um novo "cerco" de segurança para evitar que membros de gangues se reagrupem na área.
Os serviços de inteligência do país confirmaram tentativas de reorganização de alguns grupos de gangues, bem como reclamações da população local, o que levou o presidente salvadorenho a implementar uma nova medida de segurança desse tipo.
"Hoje, nas primeiras horas da manhã, montamos um cerco de segurança com 1.500 soldados e 500 policiais. Vamos retirar até o último terrorista escondido na área. Não permitiremos que eles se reorganizem. O país mais seguro do continente respeita a si mesmo", anunciou Bukele neste sábado em uma mensagem em sua conta na rede social X.
O ministro da Segurança Pública, Gustavo Villatoro, confirmou a operação que começou na noite de sábado. "Nosso objetivo é claro: localizar e capturar os remanescentes de gangues que ainda estão tentando semear o medo e causar danos aos salvadorenhos de bem".
A primeira dessas cercas foi implantada em 2 de outubro de 2022 no município de Comasagua, no departamento de La Libertad, após o assassinato de um camponês em uma fazenda pelas mãos da Mara Salvatrucha (MS13). Após essa primeira grande implantação de segurança, vários setores foram submetidos a medidas semelhantes.
O próprio Bukele garante que as medidas do Plano de Controle Territorial e o estabelecimento do regime de emergência em 27 de março de 2022, ainda em vigor, permitiram que El Salvador deixasse de ser um dos países mais violentos do mundo e se tornasse o mais seguro do hemisfério ocidental.
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