Reforçará a cooperação com a ONU diante do esperado aumento da imigração e com a Europol diante de possíveis riscos à segurança interna BRUXELAS 2 mar. (EUROPA PRESS) -
A Comissão Europeia vai reforçar os seus esforços de evacuação e repatriação dos cidadãos europeus que se encontram no Médio Oriente e convocará esta semana os técnicos dos 27 para abordar o aumento do preço do petróleo e os riscos para o abastecimento após a crise desencadeada pelos ataques de sábado dos Estados Unidos e Israel contra o Irão.
Em um comunicado emitido após a reunião extraordinária desta segunda-feira do Colégio de Comissários, centrada em questões de segurança, o Executivo comunitário anunciou que, após examinar “a evolução da situação no Irã e no Oriente Médio” e suas possíveis repercussões para a UE, irá proteger os cidadãos das “consequências negativas”.
De acordo com o órgão dirigido por Ursula von der Leyen, haverá várias linhas de ação; a primeira, reforçar os esforços de evacuação e repatriação dos Estados-Membros através do Mecanismo de Proteção Civil da UE e do Centro de Coordenação de Resposta a Emergências, em estreita colaboração com as delegações da UE no Oriente Médio.
Além disso, intensificará a vigilância dos riscos de interrupções no transporte de petróleo, especialmente em torno do Estreito de Ormuz e do Mar Vermelho, e reforçará a coordenação com companhias aéreas, navais e Estados, depois de o Irão ter iniciado o encerramento de uma das principais rotas de transporte de petróleo em retaliação aos ataques dos EUA e de Israel.
No que diz respeito à energia, a Comissão especificou que acompanha de perto a evolução tanto dos preços como do fornecimento de petróleo bruto e irá convocar um grupo de trabalho sobre energia com os Estados-Membros, em coordenação com a Agência Internacional da Energia (AIE).
REFORÇO DA SEGURANÇA INTERNA Da mesma forma, este Colégio de Comissários extraordinário concordou com a necessidade de manter elevada a vigilância em matéria de segurança interna face às possíveis ameaças decorrentes da espiral de conflito no Médio Oriente.
Concretamente, o Executivo comunitário manterá uma estreita cooperação com a Europol e os Estados-Membros face a possíveis riscos para a segurança interna do bloco comunitário no seu conjunto. Por último, em matéria de migração, a Comissão reforçará a preparação através de um acompanhamento “mais estreito” das tendências e de uma cooperação reforçada com as agências competentes da ONU e os países parceiros, segundo se lê no documento.
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