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MADRID 8 mar. (EUROPA PRESS) -
O estado brasileiro de São Paulo, no Brasil, confirmou nesta sexta-feira o primeiro caso da nova variante do clado 1b da doença mpox, anteriormente conhecida como varíola do macaco, depois de detectar uma mulher de 29 anos que esteve em contato com pessoas da República Democrática do Congo, a possível causa da infecção.
O diretor do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, Luiz Carlos Pereira Júnior, informou que a paciente evoluiu favoravelmente e deve receber alta na próxima semana, segundo o jornal 'O Globo'.
A mulher, acrescentou ele, não viajou para outras regiões onde há surtos da infecção, embora tenha recebido recentemente visitas de pessoas da República Democrática do Congo, seu país de origem.
No entanto, ainda não foi possível determinar com certeza como a infecção chegou ao país, e o assunto está sendo investigado pelo serviço de vigilância.
"Podemos enviar uma mensagem de que não é hora de se preocupar. A vigilância de contatos (dos primeiros casos) e o bloqueio da doença foram realizados em vários países. É por isso que, fora do Congo, onde sua prevalência é maior, o clado 1b não foi estabelecido. Nossa vigilância é muito experiente", disse Pereira, de acordo com o jornal.
Embora o mpox clade 2 esteja circulando no Brasil desde 2022, este é o primeiro caso de mpox clade I confirmado no país sul-americano.
Em meados de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma emergência internacional para essa nova variante, que se concentra principalmente na República Democrática do Congo e em outros países africanos.
O mpox, também conhecido como monkeypox, é uma doença causada por um vírus pertencente ao gênero orthopoxvirus. O vírus mpox é transmitido principalmente durante o contato íntimo pele a pele, por exemplo, durante a relação sexual ou durante abraços, massagens e beijos íntimos.
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