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MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, voltou nesta sexta-feira ao hospital para, desta vez, se submeter a uma cirurgia no ombro, com a qual espera reparar uma ruptura do manguito rotador, conforme já havia sido anunciado por sua equipe médica em março, quando ele foi internado na UTI devido a uma broncopneumonia.
A operação está prevista para ser realizada na manhã deste sábado, conforme informou Alexandre Firmino, cirurgião ortopédico de Bolsonaro, que se encontra sob permissão de 90 dias de prisão domiciliar para se tratar e se recuperar dessas últimas doenças.
Esta nova intervenção cirúrgica ocorre depois que os médicos do ex-presidente confirmaram que ele vem apresentando evolução favorável da broncopneumonia que o manteve internado em uma unidade de cuidados intensivos de um hospital em Brasília por duas semanas.
Sua esposa, Michelle Bolsonaro, informou nas redes sociais sobre o traslado ao hospital e pediu aos seguidores do ex-presidente que rezem por ele. Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos de prisão por liderar uma conspiração golpista para se manter no poder após as eleições de outubro de 2022.
A operação ocorre em um momento propício para seus interesses penitenciários, depois que o Congresso do Brasil derrubou, nas últimas horas, o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos na tentativa de golpe de Estado.
O texto estabelece que as penas por crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado de Direito não devem ser aplicadas de forma cumulativa quando cometidos no mesmo contexto; prevê também uma redução de pena de um a dois terços para os crimes de tentativa de golpe de Estado quando cometidos em grupo, desde que o autor não tenha financiado nem exercido um papel de liderança.
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