Publicado 27/08/2026 07:39

Bolaños ressalta que o governo não tinha “informações prévias nem precisas” sobre a chegada de milhares de migrantes a Ceuta

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Poderes Legislativos, Félix Bolaños, comparece, por iniciativa própria, perante a Comissão Mista de Segurança Nacional, no Congresso dos Deputados, em 18 de agosto de 2026, em Madri (Espanha). A interve
Jesús Hellín - Europa Press

MADRID 27 ago. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Poderes Legislativos, Félix Bolaños, afirmou nesta quinta-feira no Congresso que o governo não possuía “informações prévias nem precisas sobre a magnitude” da entrada de dezenas de milhares de migrantes em Ceuta nos dias 30 e 31 de julho.

Essa afirmação foi feita na Comissão Mista de Segurança Nacional, realizada no Congresso dos Deputados para tratar da crise decorrente da entrada em massa de migrantes vindos de Marrocos na cidade autônoma.

Nos últimos dias, a ministra da Defesa, Margarita Robles, destacou que os Serviços de Inteligência cumpriram seu papel nos dias que antecederam a entrada em massa de migrantes e mantiveram as Forças de Segurança e a Delegação do Governo informadas o tempo todo, mas o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, negou que houvesse um aviso prévio sobre o que ocorreu.

“Não tínhamos informações prévias nem precisas sobre a magnitude do fenômeno que ocorreu nos dias 30 e 31 de julho, quando 70 mil pessoas entraram em Ceuta. Essa é a realidade”, afirmou Bolaños, em consonância com a versão de Marlaska.

Da mesma forma, ele indicou que não tem “conhecimento” de que “nenhuma pessoa que tenha entrado irregularmente em Ceuta nos dias 30 e 31 de julho tenha passado para a Península Ibérica”. E ressaltou que “não há nenhuma evidência de que o Marrocos tenha liderado ou impulsionado a entrada em massa de pessoas na fronteira de Ceuta”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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