Publicado 02/04/2026 05:09

Bolaños classifica o “caso Begoña” de “absurdo” depois que a Manos Limpias solicitou ao juiz que não levasse o caso a um júri

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Poderes Legislativos, Félix Bolaños, presta declarações após a assinatura do acordo para indenizar vítimas de abusos prescritos, na sede do Provedor de Justiça, em 30 de março de 2026, em Madri (Espanha
Alberto Ortega - Europa Press

MADRID 2 abr. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com as Cortes classificou de “absurdo” o processo que investiga Begoña Gómez, esposa do presidente do Governo, Pedro Sánchez, depois que a Manos Limpias rejeitou a intenção do juiz de instrução de encaminhar o caso para um júri popular e solicitou o arquivamento do processo contra a assessora, Cristina Álvarez.

“Quase dois anos depois, nem mesmo a organização extremista que apresentou a queixa que deu origem a esse absurdo tem clareza sobre o caso”, afirmou o ministro em uma mensagem publicada nesta quarta-feira na rede social ‘X’, divulgada pela Europa Press. E assegurou que a queixa “deveria ter sido indeferida no primeiro dia”, de acordo com “a doutrina pacífica do Supremo Tribunal”.

O ministro da Justiça denunciou o “dano” que “continua sendo causado” por essa investigação, que já levou Sánchez e sua esposa a apresentarem uma queixa contra Peinado por prevaricação e que foi rejeitada pelo Tribunal Superior de Justiça de Madri (TSJM).

O Ministério Público e as defesas dos três investigados no processo contra Gómez voltaram a pedir ao juiz Juan Carlos Peinado que arquive o caso.

A Manos Limpias, cuja denúncia motivou Peinado a abrir a investigação em abril de 2024, distanciou-se das demais acusações populares por “divergência de postulados” e pediu ao juiz que lhes permita agir à margem, não sob a tutela da Hazte Oír, que exerce a direção jurídica.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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