Europa Press/Contacto/Mc2 Samuel Wagner/Us Navy
MADRID, 24 abr. (EUROPA PRESS) -
A incorporação, nas últimas horas, do porta-aviões “George H.W. Bush” à frota norte-americana no Oriente Médio representa um fenômeno sem precedentes em mais de 20 anos, desde o auge das guerras do Iraque e do Afeganistão em 2003, conforme lembrou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (CENTCOM).
O “George H.W. Bush” já se encontra na zona de operações do CENTCOM após partir, no último dia 31 de março, da base naval de Norfolk, na Virgínia, e atravessar o Canal de Moçambique, no extremo sul da África, até o Oceano Índico.
O porta-aviões se junta ao “Abraham Lincoln” e ao navio-almirante da Marinha dos Estados Unidos, o “Gerald R. Ford”, para consolidar o bloqueio ordenado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao perímetro do estratégico estreito de Ormuz, atualmente sob controle do Irã.
Os três porta-aviões fazem parte de uma mobilização marítima de uma dúzia de navios de combate, incluindo os contratorpedeiros “Spruance”, “Michael Murphy”, “Donald Cook”, “Mahan”, “Winston S. Churchill”, “Frank E. Petersen”, “Mason”, “Ross” e “Bainbridge”.
Somando todo esse potencial, os Estados Unidos contam agora com mais de 200 aeronaves (entre elas F-18, F-35, bem como helicópteros MH-60 e aeronaves de transporte CNM-22B Osprey) e 15.000 marinheiros e fuzileiros navais na zona para consolidar um bloqueio perimetral que, até agora, impediu a passagem de mais de trinta cargueiros.
Além disso, a mobilização militar dos Estados Unidos na região apreendeu dois petroleiros ligados ao Irã, um deles em águas do Oceano Índico.
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