Publicado 10/04/2025 02:47

O bloco de oposição da Bolívia escolhe o empresário Samuel Doria Medina como seu candidato presidencial

Archivo - Arquivo - Samuel Doria, ex-ministro e candidato à presidência da Bolívia.
MANUEL JESÚS CRUZ EGEA - Arquivo

MADRID 10 abr. (EUROPA PRESS) -

A Unidade da Oposição Democrática Boliviana, o principal bloco de oposição para as eleições de 17 de agosto, anunciou na quarta-feira que o empresário Samuel Doria Medina será novamente candidato à presidência, depois de ter tentado em outras três ocasiões nos últimos 20 anos.

"Chegou a hora de fazer um anúncio responsável e necessário para o futuro de nossa causa, para o futuro do povo boliviano. Samuel Doria Medina é a pessoa mais bem posicionada para enfrentar e derrotar o MAS. Como tal, (...) ele será o candidato do bloco da unidade nas eleições presidenciais de agosto e será o próximo presidente deste país", disse o bloco, de acordo com a estação de rádio Erbol.

Após o anúncio, Medina garantiu que o país sairá "da crise" e "transformará" a Bolívia, dizendo que "há luz no fim do túnel". "Este governo, que só causa inflação, filas e corrupção, deve fazer as malas, porque vai embora em agosto", disse ele em uma breve declaração publicada em seu perfil no site de rede social X.

O evento em que sua eleição foi anunciada foi marcado pela ausência de Jorge Tuto Quiroga e Carlos Mesa, que inicialmente faziam parte do bloco, mas se retiraram após não chegarem a um acordo sobre como eleger o candidato único. De fato, Tuto chamou de "ridícula" a forma como Medina foi escolhido como candidato e anunciou que registrará sua aliança Libertad y República dentro dos prazos estabelecidos.

Por sua vez, o governador de Santa Cruz, Luis Fernando Camacho, enviou uma carta da prisão de Chonchocoro na qual reafirmou seu compromisso com o Bloco da Unidade "neste momento de incerteza". "O país precisa das pessoas que a história colocou na linha de frente para ter coerência e firmeza para enfrentar o desafio mais importante que os bolivianos tiveram desde o retorno à democracia", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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