OBISPADO DE CÁDIZ Y CEUTA - Arquivo
CADIZ 10 nov. (EUROPA PRESS) -
O bispado de Cádiz e Ceuta, em relação a uma denúncia recebida pelo tribunal da Rota da Nunciatura Apostólica na Espanha sobre um possível caso de pederastia por parte do bispo da diocese, Rafael Zornoza, assegurou que as acusações "são muito graves e falsas" e suspendeu temporariamente sua agenda para esclarecer os fatos.
Em uma nota, ele explicou que o caso foi apresentado na semana passada no tribunal da Rota da Nunciatura Apostólica na Espanha. Da mesma forma, o bispado assegurou que "tem plena confiança no sistema de justiça" e que "colaborará com ele em tudo o que for necessário". Nesse sentido, afirmou que "é necessário lembrar o respeito à presunção de inocência, que é um direito de todas as pessoas".
Finalmente, anunciou que o bispo decidiu suspender temporariamente sua agenda para esclarecer os fatos e atender ao tratamento de um câncer agressivo que está recebendo.
De acordo com o jornal El País de segunda-feira, o Vaticano abriu uma investigação contra o bispo de Cádiz e Ceuta, Rafael Zornoza, 76 anos, por supostamente ter abusado sexualmente de um menor de idade de forma contínua durante a década de 1990, quando o prelado era padre em Getafe (Madri) e dirigia o seminário da diocese.
A vítima enviou uma queixa por correio neste verão ao Dicastério para a Doutrina da Fé exigindo medidas e relatando os eventos que, segundo ele, datam de 1994 e ocorreram quando ele tinha entre 14 e 21 anos de idade.
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