Eusebio García del Castillo - Europa Press
Ele culpa o governo central por um déficit de eletricidade na Andaluzia de 42% em comparação com a média nacional.
ANTEQUERA (MÁLAGA), 11 (EUROPA PRESS)
O deputado do Congresso e vice-secretário de Política Autônoma, Local e Análise Eleitoral do PP, Elías Bendodo, elogiou a política habitacional desenvolvida pelo presidente da Junta de Andaluzia, Juanma Moreno, que multiplicou por quatro a oferta de moradias públicas em seis anos.
Em uma coletiva de imprensa em Antequera (Málaga), juntamente com o prefeito Manuel Barón, Bendodo também criticou a política do governo central em relação à capacidade energética da região andaluza. "Nunca tivemos esse número antes, 42% em comparação com a média do estado - capacidade de energia", e ele destacou que "como resultado, nós, andaluzes, estamos sofrendo com isso".
O líder 'popular' acusou o presidente do governo, assegurando que "Sánchez não governa, Sánchez resiste", e enfatizou que "ele não tem apoio parlamentar, social ou eleitoral". "Todas e cada uma das decisões de Sánchez são medidas sectárias que visam ao confronto", disse Bendodo, que também garantiu que o líder socialista "tem pouca gasolina" em sua gestão política.
Nesse ponto, ele contrastou essa situação em nível nacional com a gestão do presidente da Junta de Andaluzia, Juan Manuel Moreno, a quem apresentou como um exemplo de "bom governo", destacando que "ele apresentou sua própria lei de habitação para fornecer uma solução para um dos principais problemas dos cidadãos".
Assim, Bendodo valorizou a gestão do PP na comunidade autônoma da Andaluzia, afirmando que "em seis anos, a promoção de moradias subsidiadas foi multiplicada por quatro", passando de 3.200 para 13.000 casas.
O "popular" também criticou a política internacional do governo, destacando que ela afetou a Andaluzia "quando os Estados Unidos deixaram de fora o porto de Algeciras, uma rota estratégica de contêineres. As más relações têm suas consequências", refletiu sobre o assunto.
E acusou a vice-presidente e secretária geral do PSOE-A, María Jesús Montero, de "sectarismo", dizendo que "ela veste a camisa da Andaluzia quando sai do AVE, mas veste a camisa do 'sanchismo' quando chega a Atocha".
Sobre Antequera, Bendodo destacou a transformação do município sob o governo do PP, lembrando que "durante décadas os socialistas governaram com os freios acionados". Ele deu como exemplo o Porto Seco, ressaltando que "o PSOE passou quatorze anos prometendo-o" e "em uma legislatura" o PP inaugurou a primeira fase.
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