BRUXELAS 30 set. (EUROPA PRESS) -
Bélgica, Lituânia, Letônia, Estônia, Islândia e Luxemburgo estão negociando com os Estados Unidos para participar do mecanismo criado pela OTAN para comprar armas fabricadas nos EUA para fornecer ao exército ucraniano no contexto do esforço de guerra no país.
O presidente ucraniano Volodimir Zelenski confirmou que as autoridades norte-americanas estão coordenando o quinto e o sexto pacotes de assistência militar à Ucrânia por meio da iniciativa Lista de Necessidades Prioritárias da Ucrânia (PURL) da OTAN, um mecanismo que estabelece uma lista prioritária de armas, munições e defesas aéreas coordenada pela Aliança Atlântica, após o acordo com a Casa Branca para manter os suprimentos à Ucrânia.
Dessa forma, Zelenski apontou o objetivo de conseguir um financiamento de 1 bilhão de dólares por mês para essa iniciativa, a fim de garantir o fornecimento de armas à Ucrânia.
"Agradecemos a todos os nossos parceiros por suas importantes contribuições. Juntos, estamos fortalecendo nossa defesa e nos aproximando de uma paz justa e duradoura", acrescentou o líder ucraniano. Kiev enfatiza que, por meio desse mecanismo, mais mísseis Patriot e obuseiros para sistemas HIMARS estão chegando à Ucrânia.
A iniciativa foi acordada em agosto, com a liderança da Alemanha, que aprecia o fato de Washington estar disponibilizando para a Ucrânia uma série de armamentos que chegam por meio de compras de aliados europeus, que assumiram a liderança no apoio a Kiev no contexto da invasão russa.
Em pacotes de ajuda anteriores, os Países Baixos contribuíram com US$ 578 milhões, enquanto a Dinamarca, a Noruega e a Suécia uniram forças para obter US$ 495 milhões em assistência, com a Alemanha prometendo um pacote de armas de US$ 500 milhões, enquanto o Canadá anunciou mais US$ 500 milhões, elevando as contribuições dos aliados para a iniciativa para mais de US$ 2 bilhões.
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