Nicolas Maeterlinck/Belga/dpa
BRUXELAS 30 mar. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Bélgica, Theo Francken, anunciou que seu país se unirá aos esforços para garantir a segurança da navegação marítima pelo Estreito de Ormuz, considerando que a liberdade de navegação é “essencial” para a segurança e a estabilidade econômica.
“A Bélgica se unirá à coalizão de países dispostos a garantir a livre passagem marítima pelo Estreito de Ormuz. Estamos colaborando com a França e todos os demais parceiros dispostos a alcançar esse objetivo estratégico assim que as condições na região o permitirem, como, por exemplo, um cessar-fogo”, afirmou em uma mensagem nas redes sociais.
Nesse sentido, o ministro belga defendeu a importância de garantir a liberdade de navegação nessa passagem estratégica, que qualificou de “essencial para a segurança e a estabilidade econômica”, em um momento marcado por tensões em torno dessa rota fundamental para o transporte de energia.
A Bélgica junta-se assim à lista de países que apoiaram a declaração publicada no passado dia 19 de março pelo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão, na qual expressavam a sua disposição de “contribuir para os esforços” destinados a garantir a passagem segura pelo estreito de Ormuz.
Os países signatários “condenam nos termos mais veementes os recentes ataques do Irã contra navios comerciais desarmados no Golfo”, ao mesmo tempo em que expressam repulsa aos bombardeios contra “instalações de petróleo e gás” e ao “fechamento de fato do Estreito de Ormuz por parte das forças iranianas”.
“Manifestamos nossa disposição de contribuir com os esforços adequados para garantir a passagem segura pelo estreito”, afirma o comunicado conjunto, que também demonstra sua “preocupação” com a escalada e pede ao Irã que “cesse imediatamente suas ameaças”.
Além disso, eles ressaltam que a liberdade de navegação é um princípio fundamental do direito internacional e alertam que a interrupção do transporte marítimo e das cadeias de abastecimento energético “constituem uma ameaça à paz e à segurança internacionais”.
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