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MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades bielorrussas confirmaram na quinta-feira a libertação de Yuri Zenkovich, que também tem cidadania americana e foi condenado a onze anos de prisão por planejar um golpe de Estado e o assassinato do presidente bielorrusso Alexander Lukashenko.
"Sim, seguindo a solicitação da administração dos EUA, o cidadão Yuri Leonidovich Zenkovich foi libertado. Essa decisão foi tomada", disse a assessora de imprensa de Lukashenko, Natalia Eismont, de acordo com um canal do Telegram ligado à presidência.
Referindo-se à sua prisão, que os EUA disseram ser "injusta", ela pediu que as pessoas "assistissem às suas entrevistas". "Então julguem por si mesmos", disse.
Anteriormente, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia informado a libertação do jornalista e líder da oposição, e havia qualificado que não havia provas suficientes para manter sua prisão.
Zenkovich foi condenado em setembro de 2022 e estava preso em uma colônia penal em Belarus, juntamente com várias outras pessoas condenadas no mesmo caso. Ele foi considerado culpado de "conspirar" para tomar o poder por meios "inconstitucionais" e de estar envolvido na criação de um grupo extremista que incita o ódio e a discórdia.
Em abril de 2021, as autoridades bielorrussas acusaram o mesmo grupo de indivíduos de planejar o assassinato de Lukashenko e de vários membros de sua família. Todos eles foram acusados de planejar uma "rebelião" para derrubar o presidente, de acordo com a inteligência bielorrussa.
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