Publicado 24/04/2025 08:25

Belarra, após cancelar a compra de balas de Israel: "Cancelar o contrato somente quando você é pego é lamentável".

A secretária-geral do Podemos e deputada, Ione Belarra, fala durante a V Assembleia Cidadã do Podemos, no Pavilhão de Convenções da Casa de Campo, em 12 de abril de 2025, em Madri (Espanha).
Jesús Hellín - Europa Press

MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -

A secretária-geral do Podemos, Ione Belarra, reafirmou suas críticas ao governo apesar da rescisão unilateral do contrato para a compra de munição de uma empresa israelense, considerando que cancelar um contrato "apenas quando se é pego" é "lamentável".

Foi isso que ela disse em várias mensagens na rede social 'X', depois que o governo confirmou que estava cancelando a licitação para a compra de balas, o que causou grande desconforto entre Sumar, o parceiro minoritário da coalizão.

De fato, o porta-voz adjunto do Podemos no Congresso, Javier Sánchez Serna, acredita que a decisão do governo é apenas para "apaziguar" a relação entre os parceiros da coalizão, PSOE e Sumar, e assume que as relações comerciais com o Estado israelense continuarão em "plena capacidade", mas "escondidas".

O líder do partido roxo fez alusão a reportagens jornalísticas que aludem à concessão ou formalização de 40 contratos para a compra de equipamentos militares de Israel por mais de 1 bilhão de euros.

"Ela também acusou o governo de não ter agido para impedir que qualquer embarcação transportando material para Israel passasse por portos ou águas nacionais.

"A Espanha está permitindo ilegalmente a venda e o tráfico de armas com Israel e só tenta fingir que não está quando o governo é pego", disse ela.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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