Publicado 08/11/2025 09:10

Belarra adverte que o modelo do PP coloca "a vida em risco" e prevê que a habitação será "o fim" do governo

A secretária-geral do Podemos, Ione Belarra, e a porta-voz do Unidas por Extremadura, Irene de Miguel, durante sua visita à 11ª edição da Feira Internacional de Apicultura e Turismo de Las Hurdes, no recinto da feira em Caminomorisco (Cáceres).
UNIDAS POR EXTREMADURA

CAMINOMORISCO (CÁCERES), 8 (EUROPA PRESS)

A secretária-geral do Podemos, Ione Belarra, considerou que o modelo do Partido Popular "põe em risco a vida" e "o território", ao mesmo tempo em que destacou que a "falta de resposta" do governo espanhol à crise imobiliária será o que "acabará" com ela.

"O Sr. Mazón não é uma exceção no PP. O modelo de colocar a vida em risco é o modelo do PP", disse Belarra neste sábado em declarações à mídia durante sua visita à 11ª Feira Internacional de Apicultura e Turismo de Las Hurdes, juntamente com a porta-voz da Unidas por Extremadura, Irene de Miguel.

"Vimos isso com as residências da Sra. Ayuso, vimos isso com a dana do Sr. Mazón, vimos isso com a triagem do Sr. Moreno Bonilla", insistiu a secretária-geral, lamentando que "a mesma empresa que faz a triagem na Andaluzia é a mesma que faz na Extremadura".

Nessa linha, depois de pedir para "confrontar" esse modelo dos 'populares' que, segundo ela, defende a "privatização" e a "pauperização dos serviços públicos", Belarra afirmou, com vistas às eleições regionais na Extremadura em 21 de dezembro, que o Unidos pela Extremadura é "a única alternativa verdadeiramente de esquerda" e "a única esquerda limpa".

Especificamente, a secretária geral do Podemos se referiu ao PSOE como um partido que "não é uma alternativa" na medida em que, segundo ela, "não só é incapaz de enfrentar essa privatização", mas também "onde governa, também empobrece os serviços públicos".

HABITAÇÃO E "FRUSTRAÇÃO" DO ELEITORADO "PROGRESSISTA

Em resposta a perguntas da mídia sobre a situação política nacional depois que a Junts formalizou seu rompimento com o governo central, Belarra também se referiu a ela, destacando que "o fim" do governo será sua "falta de resposta" à crise habitacional.

Assim, depois de reiterar que "Pedro Sánchez não tem projeto para a Espanha" e acrescentar que "ele está fazendo exatamente o oposto daquilo com que se comprometeu quando o povo votou nele em 23 de julho", o secretário geral foi categórico, prevendo que será a "frustração do eleitorado progressista" que "porá fim a esse governo" e não a "Junts ou a direita".

"Este governo realizou o maior rearmamento da história do nosso país, foi cúmplice de genocídio, está realizando a pior política de especulação com moradia das últimas décadas.... Portanto, isso é o oposto do que os progressistas esperavam quando votaram nele em 23 de julho de 2023", disse Belarra.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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