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MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro cessante da França, François Bayrou, formalizou sua renúncia na terça-feira ao presidente, Emmanuel Macron, que "tomou nota" e instruiu o atual gabinete a permanecer no cargo enquanto espera para estudar uma alternativa, de acordo com uma declaração do governo.
O Eliseu já havia anunciado na segunda-feira, após o fracasso da questão de confiança na Assembleia Nacional, que Macron nomearia um primeiro-ministro "nos próximos dias", embora ainda não se saiba quem ele escolherá e que margem terá para tentar obter uma maioria mínima com a qual possa evitar o bloqueio da esquerda e da extrema-direita.
O presidente descartou a possibilidade de dissolver a Assembleia e convocar novas eleições antecipadas, portanto, a menos que haja alguma surpresa, o sucessor de Bayrou terá de lidar com a estrutura parlamentar que emergiu das eleições legislativas do verão de 2024. Ele será o quinto chefe de governo em apenas três anos.
Bayrou, que assumiu o cargo em dezembro de 2024, foi forçado a deixar o cargo depois de perder por 364 votos a 194 a questão de confiança que ele mesmo levantou para tentar salvar seu plano de cortes orçamentários "in extremis".
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