OVIEDO, 3 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Principado das Astúrias, Adrián Barbón, reconheceu nesta terça-feira a dificuldade da situação na comunidade após uma semana de greve na Educação, marcada pela demissão da ministra da Educação, Lydia Espina, e apelou ao diálogo para chegar a um acordo que fortaleça a educação pública nas Astúrias. "Estes não são dias fáceis para ninguém", disse ele.
Em uma mensagem postada em sua conta pessoal no X, Barbón admitiu que "não é um prazer ver como a atmosfera está tensa ou a tensão que existe", nem a renúncia da conselheira, que, como ele explicou, foi produzida "com o objetivo de promover o diálogo com seu afastamento".
O Presidente informou que a negociação com os sindicatos da educação foi assumida pela Vice-Presidente Gimena Llamedo e pelo Ministro das Finanças, Guillermo Peláez, cujo "espírito e capacidade de negociação" ele destacou. "Esperamos que o diálogo logo dê frutos em algo fundamental: o fortalecimento da educação pública asturiana", disse ele.
Barbón também alertou que "há pessoas que estão usando o conflito para favorecer as opções da direita e da extrema direita e prejudicar o governo das Astúrias", e lembrou que "onde eles governam, eles reduzem a educação pública e favorecem a educação privada".
O chefe do Executivo asturiano reiterou seu compromisso com "o diálogo e a busca de acordos" e garantiu que aceita o mal-estar dos cidadãos, mas insistiu que o objetivo comum deve ser "uma educação pública mais forte" e um corpo docente "reforçado". "Tenho certeza de que vamos conseguir", concluiu, apelando para o "espírito, o respeito, a atitude construtiva e a vocação de fortalecer a educação pública" para chegar ao acordo que, segundo ele, "todos nós queremos".
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