Matias Chiofalo - Europa Press - Arquivo
MADRID 30 out. (EUROPA PRESS) -
O ex-primeiro-ministro José María Aznar apresenta seu novo livro 'Ordem e Liberdade' nesta quinta-feira em Madri, em um evento no qual estará acompanhado pelo líder do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, e outros membros do partido.
No livro, publicado pela 'La Esfera de los Libros', Aznar analisa o contexto de incerteza global marcado por mudanças tecnológicas, econômicas e geopolíticas, e defende o liberalismo conservador como uma estrutura para fortalecer as democracias diante da ascensão do populismo e do nacionalismo extremo, tanto à esquerda quanto à direita.
A partir da convicção de que "sem liberdade não há ordem e sem ordem não há liberdade", o autor defende a necessidade de instituições sólidas, liderança responsável e uma nação espanhola coesa como um projeto comum.
"A ordem sem liberdade é garantia de despotismo e decadência; a liberdade sem ordem é o prólogo de uma desintegração que se liquida de forma autoritária", afirma Aznar em seu livro, ao mesmo tempo em que nos convida a defender ambos os princípios e a reforçar os princípios do liberalismo e do conservadorismo como alternativa ao populismo e ao nacionalismo extremos, tanto à esquerda quanto à direita.
FEIJÓO E AZNAR, JUNTOS NOVAMENTE
Gênova confirmou que o líder da oposição participará da apresentação, juntamente com o Secretário Adjunto de Finanças, Habitação e Infraestrutura do PP, Juan Bravo, e o Secretário Adjunto de Economia e Desenvolvimento Sustentável do PP, Alberto Nadal.
Feijóo e Aznar já estiveram juntos há pouco mais de um mês na cerimônia de encerramento do Campus 2025 da FAES, onde coincidiram em acusar o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, de "isolar" e levar a Espanha à "irrelevância" internacional.
Além disso, essa foto entre os dois ocorrerá poucas horas depois de o presidente do governo comparecer à comissão de investigação do Senado sobre o "caso Koldo", na qual o PP o questionará sobre a "origem" do dinheiro na sede socialista de Ferraz, depois que um relatório da Unidade Operacional Central da Guarda Civil (UCO) localizou pagamentos em dinheiro do PSOE "sem suporte documental".
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