Publicado 16/07/2026 06:08

Aznar, após o TJUE ter aprovado a Lei de Anistia: “A agressão sediciosa ao direito não deve ficar impune”

O ex-presidente do Governo, José María Aznar, ao lado da secretária-geral do PPE, Dolors Montserrat, durante o segundo dia do EPP Libertas Fórum, no Hotel Eurostars Madrid Tower, em 16 de julho de 2026, em Madri (Espanha). O fórum tem o ob
Gustavo Valiente - Europa Press

MADRID 16 jul. (EUROPA PRESS) -

O ex-presidente do Governo José María Aznar afirmou nesta quinta-feira, no mesmo dia em que o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) endossou a Lei de Anistia, que “a agressão sediciosa ao direito não deve ficar impune” e alertou que “quando se ataca a integridade constitucional de um Estado-membro, quem é agredido é todo o sistema institucional europeu”.

Ele se pronunciou assim depois que a Grande Sala do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) confirmou a Lei Orgânica de Anistia (LOA) “para a normalização da situação na Catalunha”, ao estabelecer, em dois acórdãos vinculativos, que a norma não entra em conflito com o Direito da União Europeia.

Em sua intervenção no fórum “Libertas”, organizado pelo Partido Popular Europeu (PPE) em Madri, Aznar afirmou que é preciso “combater incansavelmente um dos piores desvios políticos” da atualidade, que é “a tentativa de confrontar e opor a democracia à lei”.

“E em um dia como hoje, especialmente em um dia como hoje, convém lembrar isso, pois a agressão sediciosa ao direito não deve ficar impune, muito menos ser recompensada”, enfatizou o ex-chefe do Executivo.

Nesse ponto, Aznar assegurou que hoje “é um ótimo momento para reiterar que, quando se ataca a integridade constitucional de um Estado-membro, quem é agredido é todo o sistema institucional europeu”. Conforme destacou, a unidade da Espanha, da França, da Alemanha ou da Itália é “o alicerce da unidade da Europa”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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