Alberto Ortega - Europa Press
MADRID 10 maio (EUROPA PRESS) -
A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, negou que o Executivo central não tivesse conseguido entrar em contato com ela tendo como pano de fundo a crise do hantavírus e acredita que usá-la como “desculpa” não pode encobrir todas as crises do governo de Pedro Sánchez.
Por meio de sua conta na rede social 'X', Ayuso garantiu que o ministro da Política Territorial, Ángel Víctor Torres, quis falar com ela nesta quarta-feira e que ela retornou a ligação "meia hora depois".
"Hoje ele me enviou uma mensagem supostamente para me informar. Mas vejo que era por outro motivo. É falso que ele não tenha entrado em contato comigo. O 'coringa' Ayuso não pode esconder todas as crises que este governo cria", condenou nas redes sociais.
Os 14 cidadãos espanhóis do MV Hondius — treze passageiros e um membro da tripulação — chegaram por volta das 16h30 deste domingo ao Hospital Central da Defesa Gómez Ulla, em Madri, para cumprir a quarentena após viajarem a bordo do cruzeiro afetado pelo hantavírus.
Entre os espanhóis repatriados encontram-se cinco pessoas da Catalunha, três de Madri, três do Principado das Astúrias, bem como uma de Castela e Leão, outra da Galícia e outra da Comunidade Valenciana.
O hospital acionou o protocolo sanitário diante da admissão dos quatorze espanhóis que viajavam a bordo do cruzeiro MV Hondius, após sua chegada neste domingo, por volta das 15h, à base aérea de Torrejón de Ardoz.
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