Publicado 12/05/2026 18:20

Ayuso afirma que precisou ser escoltada no México “até o avião”, enquanto o governo nem sequer perguntou “como ela estava”

A presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, durante a cerimônia de entrega dos prêmios aos autores vencedores da 48ª edição dos Prêmios SM de Literatura Infantil “El Barco de Vapor” e “Gran Angular” 2026, na Real Casa de Correos, em 1
José Oliva - Europa Press

MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -

A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, afirmou nesta terça-feira que precisou ser escoltada no México “até a porta do avião” durante sua viagem oficial, enquanto o governo da Espanha nem sequer perguntou “como ela estava”.

“Eles tinham todo o tempo do mundo para me criticar, mas, estando lá, nem se deram ao trabalho de saber onde eu estava, como me sentia, quem estava me garantindo segurança ou como eu estava me protegendo...”, criticou a líder regional em entrevista à ‘Telemadrid’, divulgada pela Europa Press.

Ela se expressou assim depois que, segundo fontes do Ministério das Relações Exteriores, a presidente regional recusou a segurança que o governo do México lhe ofereceu para sua visita e também não demonstrou “preocupação” em nenhum momento durante a mesma. De acordo com essas fontes, a equipe de Ayuso “recusou a segurança que o governo do México costuma oferecer nesses casos e que lhe foi transmitida por meio da Embaixada” mexicana em Madri.

Sobre isso, Díaz Ayuso questionou se, por ir ao México em viagem institucional, merece que a presidente do México, Claudia Sheinbaum, “boicote ou organize movimentos indígenas com um helicóptero”, além de afirmar que teve de suportar que o Morena, o partido da presidente mexicana, “atrapalhasse seus eventos” em um país onde a vida para alguns “não custa nada”.

“Não vou dizer ao governo a cada momento onde estou para evitar justamente o que tem acontecido comigo”, afirmou, embora tenha ressaltado que, como representante do Estado no exterior, o governo deveria ter “até mesmo pedido explicações” ou solicitado à presidente mexicana que “baixasse o tom” durante sua visita.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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