Publicado 17/09/2025 06:33

Autoridades peruanas concordam em reativar o transporte para a cidadela de Machu Picchu após protestos

Archivo - Arquivo - Machu Picchu, Peru
ROBERTO H/UNSPLASH - Arquivo

MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -

A cidadela inca de Machu Picchu, uma das principais atrações turísticas do Peru, voltará a ser acessível aos turistas nos próximos dias, de acordo com um acordo selado por representantes das diferentes administrações políticas e que busca virar a página dos protestos sociais que deixaram centenas de pessoas retidas na área do monumento.

Em média, milhares de visitantes acessam esse marco histórico todos os dias, principalmente de trem e ônibus. O serviço de trem foi interrompido na segunda-feira devido a manifestações de cidadãos que exigiam que uma empresa local assumisse o serviço de ônibus.

Os cortes pegaram de surpresa os turistas que viajavam para a região e, somente na segunda-feira, cerca de 1.400 foram evacuados, de acordo com dados do governo, que reuniu em Lima o Ministro do Comércio Exterior e Turismo, Desilú León, o governador de Cuzco, Werner Salcedo Álvarez, prefeitos e representantes de sindicatos e empresas com o objetivo de chegar a algum tipo de acordo.

O executivo regional confirmou um acordo que envolverá a ativação, na próxima sexta-feira, de um grupo de trabalho para facilitar a transição do transporte entre as duas empresas, de acordo com a agência de notícias Andina. A ministra, por sua vez, confirmou que o acesso aos ônibus deve ser resolvido dentro de cinco dias.

O Ministério do Interior prometeu aumentar o número de agentes na área de 100 para 160, embora León tenha feito um apelo direto aos manifestantes para que parem com "atividades violentas e vandalistas". De acordo com o ministro, os bloqueios causaram prejuízos de dois milhões de soles (cerca de 485 mil euros) em nível regional e afetaram 31 mil empresas que dependem direta ou indiretamente do turismo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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