Noam Moskowitz/dpa - Arquivo
MADRID 7 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades de Israel acusaram nesta quinta-feira de agressão agravada por ódio religioso um homem que, no mês passado, agrediu em Jerusalém uma freira francesa e um homem que tentou intervir para ajudá-la, pelo que ele pode pegar até seis anos de prisão.
O Ministério Público israelense solicitou que o acusado, Yon Schreiber, de 36 anos e residente em um assentamento na Cisjordânia, permaneça sob custódia até o término dos procedimentos contra ele após o incidente, que ocorreu perto do Cenáculo, no Monte Sião, em Jerusalém, conforme noticiado pelo jornal “The Times of Israel”.
As imagens das câmeras de segurança mostram o homem correndo até onde a freira estava, empurrando-a pelas costas e derrubando-a no chão. Em seguida, ele começa a se afastar, mas depois volta para dar-lhe um chute, momento em que ataca um homem que tentou intervir para impedir a agressão.
O vídeo foi divulgado pela própria Polícia de Israel, que garantiu que o suspeito havia sido detido. A Escola Francesa de Pesquisa Bíblica e Arqueológica (ÉBAF), onde a freira trabalha como pesquisadora, condenou o ataque em suas redes sociais e classificou os fatos como “violência sectária”.
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