Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy
MADRID 29 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, sob o controle do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), denunciaram na quarta-feira a morte de um fotojornalista, elevando para 221 o número de profissionais da mídia mortos no enclave palestino desde o início da ofensiva israelense no enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023.
Isso foi confirmado pelo escritório de mídia do governo de Gaza em um comunicado em seu canal Telegram, no qual identificou a fatalidade como "Moataz Mohamed Rajab, que trabalha como fotógrafo e editor da Al Quds", uma estação de televisão ligada ao Hamas.
As autoridades, apesar de não oferecerem mais informações sobre as circunstâncias de sua morte, aproveitaram a oportunidade para "condenar veementemente o direcionamento sistemático, o assassinato e a perseguição de jornalistas palestinos por" Israel, que "considera responsável (...) por esses crimes hediondos e brutais".
Eles também pediram a "todas as organizações jornalísticas do mundo todo que condenem esses crimes sistemáticos contra jornalistas palestinos e profissionais da mídia na Faixa de Gaza", um extremo estendido à comunidade internacional, a quem pediram que "dissuadisse" Israel, levasse à justiça "os criminosos da ocupação" e exercesse "pressão séria e eficaz para proteger os jornalistas e profissionais da mídia na Faixa de Gaza e impedir seu assassinato".
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